Disfunção erétil

Disfunção erétil

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Pênis flácido e ereto
Pênis flácido e ereto
A disfunção erétil (impotência) é a incapacidade de obter e manter uma ereção firme o suficiente para o sexo.

Ter problemas de ereção de tempos em tempos não é necessariamente motivo de preocupação. Se a disfunção erétil é um problema constante, no entanto, pode causar estresse, afetar sua autoconfiança e contribuir para problemas de relacionamento. Problemas para obter ou manter uma ereção também podem ser um sinal de uma condição de saúde subjacente que precisa de tratamento e um fator de risco para doenças cardíacas.

Se você está preocupado com a disfunção erétil, converse com seu médico – mesmo se você estiver envergonhado. Às vezes, o tratamento de uma condição subjacente é suficiente para reverter a disfunção erétil. Em outros casos, medicamentos ou outros tratamentos diretos podem ser necessários.

Cuidados de disfunção erétil na Mayo Clinic

Sintomas
Os sintomas de disfunção erétil podem incluir persistentes:

Problemas para obter uma ereção
Dificuldade para manter uma ereção
Desejo sexual reduzido
Quando ver um médico
Um médico de família é um bom lugar para começar quando você tem problemas de ereção. Consulte o seu médico se:

Você tem preocupações sobre suas ereções ou está enfrentando outros problemas sexuais, como ejaculação precoce ou retardada
Você tem diabetes, doença cardíaca ou outra condição de saúde conhecida que pode estar ligada à disfunção erétil
Você tem outros sintomas junto com a disfunção erétil
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Causas
A excitação sexual masculina é um processo complexo que envolve o cérebro, hormônios, emoções, nervos, músculos e vasos sanguíneos. A disfunção erétil pode resultar de um problema com qualquer um deles. Da mesma forma, preocupações com estresse e saúde mental podem causar ou piorar a disfunção erétil.

Às vezes, uma combinação de problemas físicos e psicológicos causa disfunção erétil. Por exemplo, uma condição física menor que retarda sua resposta sexual pode causar ansiedade sobre a manutenção de uma ereção. A ansiedade resultante pode levar ou piorar a disfunção erétil.

Causas físicas da disfunção erétil
Em muitos casos, a disfunção erétil é causada por algo físico. Causas comuns incluem:

Doença cardíaca
Vasos sanguíneos entupidos (aterosclerose)
Colesterol alto
Pressão alta
Diabetes
Obesidade
Síndrome metabólica – uma condição que envolve aumento da pressão arterial, altos níveis de insulina, gordura corporal ao redor da cintura e colesterol alto
Mal de Parkinson
Esclerose múltipla
Certos medicamentos prescritos
Uso do tabaco
Doença de Peyronie – desenvolvimento de tecido cicatricial no interior do pênis
Alcoolismo e outras formas de abuso de substâncias
Distúrbios do sono
Tratamentos para câncer de próstata ou próstata aumentada
Cirurgias ou lesões que afetam a área pélvica ou medula espinhal
Causas psicológicas da disfunção erétil
O cérebro desempenha um papel fundamental no desencadeamento da série de eventos físicos que causam uma ereção, começando com sentimentos de excitação sexual. Várias coisas podem interferir nos sentimentos sexuais e causar ou piorar a disfunção erétil. Esses incluem:

Depressão, ansiedade ou outras condições de saúde mental
Estresse
Problemas de relacionamento devido a estresse, má comunicação ou outras preocupações
Fatores de risco
Conforme você envelhece, as ereções podem levar mais tempo para se desenvolver e podem não ser tão firmes. Você pode precisar de mais contato direto com seu pênis para obter e manter uma ereção.

Vários fatores de risco podem contribuir para a disfunção erétil, incluindo:

Condições médicas, particularmente diabetes ou problemas cardíacos
O uso de tabaco, que restringe o fluxo sanguíneo para veias e artérias, pode – ao longo do tempo – causar condições crônicas de saúde que levam à disfunção erétil
Estar acima do peso, especialmente se você for obeso
Certos tratamentos médicos, como cirurgia de próstata ou tratamento de radiação para câncer
Lesões, particularmente se danificarem os nervos ou artérias que controlam as ereções
Medicamentos, incluindo antidepressivos, anti-histamínicos e medicamentos para tratar a pressão alta, dor ou condições da próstata
Condições psicológicas, como estresse, ansiedade ou depressão
Uso de drogas e álcool, especialmente se você é um usuário de drogas a longo prazo ou bebedor pesado
Complicações
As complicações resultantes da disfunção erétil podem incluir:

Uma vida sexual insatisfatória
Estresse ou ansiedade
Constrangimento ou baixa auto-estima
Problemas de relacionamento
A incapacidade de engravidar sua parceira
Prevenção
A melhor maneira de prevenir a disfunção erétil é fazer escolhas saudáveis ​​no estilo de vida e administrar quaisquer condições de saúde existentes. Por exemplo:

Trabalhe com seu médico para gerenciar diabetes, doenças cardíacas ou outras condições crônicas de saúde.
Consulte o seu médico para exames regulares e exames de triagem médica.
Pare de fumar, limite ou evite álcool e não use drogas ilegais.
Exercite regularmente.
Tome medidas para reduzir o estresse.
Obtenha ajuda para ansiedade, depressão ou outros problemas de saúde mental.

Pela equipe da Mayo Clinic
Cuidados de disfunção erétil na Mayo Clinic

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Diagnóstico e tratamento
9 de março de 2018 Impressão Compartilhar no: Facebook Twitter
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A disfunção erétil pode ser prevenida?

A disfunção erétil pode ser prevenida?

A disfunção erétil é um distúrbio sexual que consiste na dificuldade persistente ou incapacidade de atingir ou manter uma erecção suficiente para levar a cabo uma relação sexual completa.

Dependendo dos diferentes estudos realizados, sua prevalência varia entre 10 e 52%, particularmente em homens entre 40 e 70 anos, com incidência no Oeste de 25 a 30 novos casos por 1000 habitantes e ano. Especificamente na Espanha, estima-se que a disfunção erétil afeta quase um em cada cinco homens.1

Apesar de não representar um risco para a vida, a Organização Mundial de Saúde reconhece esta doença como um problema de saúde para o mesmo grau de incapacidade e infertilidade gravidade, artrite reumatóide ou pecho.2 angina

A este respeito, deve ser lembrado que os problemas de ereção freqüentemente têm um impacto negativo na qualidade de vida dos homens, bem como de seus parceiros.3

Além disso, além da influência da idade em sua aparência, demonstrou estar intimamente relacionada às doenças cardiovasculares e metabólicas, podendo ser um sintoma sentinela dessas patologias.1,3

Não se esqueça que alcançar e manter uma ereção firme requer uma boa função vascular e que os distúrbios acima mencionados podem afetar os vasos sangüíneos relacionados à função erétil do pênis.

Como prevenir a disfunção erétil

Precisamente por sua ligação com os problemas cardiovasculares, todas as mudanças no estilo de vida que favorecem a boa saúde do coração e dos vasos sanguíneos demonstraram sua capacidade na melhora ou prevenção da disfunção erétil.1,3

Nesse sentido, a Associação Européia de Urologia ainda sustenta que essas modificações dos fatores de risco devem preceder ou acompanhar os tratamentos dos distúrbios da ereção.4

Assim, é verdade que existem medidas que podem ajudar a prevenir a disfunção erétil.3

– Doenças cardiovasculares sob controle. Hipertensão e lipidemia (níveis sanguíneos elevados de colesterol ou triglicerídeos) podem causar problemas de ereção.3

Isso ocorre porque ambas as condições contribuem para o mau funcionamento e obstrução dos vasos sanguíneos e, portanto, também das artérias penianas. Como resultado, o sangue não penetra suficientemente no pênis, impedindo a ereção normal.

Assim, o gerenciamento ideal dessas patologias pelo médico especialista pode resultar em melhora da função erétil.

– Peso adequado. O aumento do tecido adiposo no sobrepeso e na obesidade predispõe à hipertensão e diabetes mellitus, além de estar relacionado à lipidemia.

Portanto, homens com excesso de peso são mais propensos do que a população normal a ter problemas arteriais que levam à disfunção erétil.3

Desta forma, manter um peso adequado também pode ajudar a prevenir problemas de ereção.

– atividade física regular. Diferentes estudos descobriram que é necessário fugir da vida sedentária e, ao mesmo tempo, que o exercício físico tem um efeito benéfico na prevenção e melhora da função erétil.3

Para referência, a Organização Mundial de Saúde recomenda pelo menos 150 minutos por semana de atividade aeróbica de intensidade moderada.

– Alimentação saudável. Por sua vez, uma dieta balanceada que se caracteriza por uma alta ingestão de alimentos integrais, vegetais, frutas e vegetais também é benéfica para a saúde cardiovascular e, consequentemente, para a saúde sexual.3

– Tabaco e álcool. O tabaco não é apenas um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e respiratórias, mas também pode contribuir para o aparecimento de distúrbios de ereção.3

A explicação é que as substâncias químicas presentes no tabaco afetam negativamente os vasos sanguíneos em todo o corpo e isso também inclui as do pênis.

Leia também: Estimulante sexual masculino qual é o melhor

A boa notícia é que diferentes estudos mostraram que os problemas de ereção podem melhorar quando você para de fumar.3

Por outro lado, o consumo excessivo de álcool, devido ao dano cardiovascular que produz, também tem efeito negativo sobre a função erétil e, consequentemente, deve ser limitado a ocasiões específicas.3

– Saúde mental. Fatores psicológicos como a depressão também podem estar relacionados à disfunção erétil, além de poder piorar a condição quando ela tem origem física.1

Portanto, o bem-estar mental e uma atitude positiva em relação ao sexo também podem ajudar a evitar que os distúrbios de ereção apareçam.

Não deve ser esquecido que, além das causas cardiovasculares, metabólicas e psicológicas, a disfunção erétil pode aparecer devido a uma intervenção cirúrgica – especificamente, cirurgia radical de próstata e bexiga.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO ERECTILE NA CLÍNICA

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO ERECTILE NA CLÍNICA

Para conoer o grau de disfunção erétil ou se existe tal situação, questionários específicos são realizadas com algumas perguntas podem dar a conhecer. Isso pode ser útil para pessoas com dificuldade em falar e como um teste de triagem para disfunção.

O médico faz uma história clínica detalhada e investigará o histórico. Também é conveniente conhecer a situação social e familiar.

Em seguida, o médico irá realizar um exame físico e pedir alguns testes que visam compreender a situação e as possíveis desequilíbrios hormonais função hepática, renal ou pancreático.

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José Enrique Robles García Especialista do Departamento de Urologia
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SAIBA MAIS SOBRE DISFUNÇÃO ERECTILA
Há disfunção eréctil quando o homem é incapaz de atingir uma rigidez suficiente do pénis, permitindo uma penetração vaginal completa, levando a um orgasmo com ejaculação no fundo vaginal posterior, resultando em uma relação sexual bem sucedida. Essa incapacidade deve manifestar-se persistentemente para ser considerada uma alteração.

A idade é o fator de risco mais importante para que sofrem de disfunção erétil de qualquer grau e mais velhos, a maior gravidade do processo.

IMPOTÊNCIA SEXUAL APÓS CIRURGIAS NA REGIÃO PÉLVICA TEM TRATAMENTO

IMPOTÊNCIA SEXUAL APÓS CIRURGIAS NA REGIÃO PÉLVICA TEM TRATAMENTO

Urologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz esclarece sobre recuperação peniana.

Cirurgias para tumores da região pélvica – como câncer de próstata, de bexiga e do reto – podem afetar a vida sexual do homem, dificultando as ereções. Mas isso não quer dizer que a sequela pós-cirúrgica seja definitiva, segundo Dr. Cesar Camara, urologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Saiba mais: Prime Male benefícios

“A reabilitação peniana é possível na maioria dos homens que passaram por procedimentos cirúrgicos capazes de provocar lesões nervosas e dos vasos sanguíneos do pênis. Efeitos que prejudicam a oxigenação da região e causam pequenas cicatrizes que impedem ereções normais”, explica o médico, acrescentando que uma dessas cirurgias que podem afetar a função sexual masculina é a prostatectomia radical, para retirada total da próstata.

A reabilitação

Na reabilitação peniana, são feitas intervenções no paciente para provocar ereções de maneira induzida ao menos duas vezes por semana, mesmo que não sejam rígidas e que não aconteçam relações sexuais. Isso permite o retorno da circulação sanguínea, que oxigenará de forma adequada os corpos cavernosos do pênis – cilindros de sangue que o mantém ereto – até que as ereções naturais voltem a ocorrer.

De acordo com o Dr. Cesar, o programa de reabilitação poderá incluir desde o uso de medicações orais e de dispositivos de vácuo, até injeções penianas e reposição de testosterona. As intervenções são baseadas nas particularidades de cada paciente, na qualidade prévia das ereções e nos objetivos pessoais.

“Quando as ereções naturais deixam de ocorrer por um período prolongado, podem surgir processos inflamatórios relacionados a não ativação da circulação sanguínea peniana. Em alguns casos, surgem pequenas cicatrizes reconhecidas pelos médicos como fibroses. Por isso, é necessário induzir as ereções até que a fisiologia normal dos corpos cavernosos seja restabelecida. Quanto mais cedo o paciente que passou por cirurgia pélvica se submeter ao tratamento, mais rápida e eficiente será a recuperação da sua função sexual”, afirma o médico.

Prostatectomia radical

Na maior parte dos pacientes que passaram pela prostatectomia radical, é possível preservar os feixes nervosos que provocam as ereções. Contudo, para a retirada da próstata, é necessário manipular a região que contém os nervos cavernosos, o que causa uma paralisia localizada, conforme esclarece o especialista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

“Nessas situações, ocorre uma disfunção que pode levar semanas ou meses para plena recuperação. Durante esse período, a inervação que se encontra em processo de recuperação não desencadeia ereções, provocando diminuição da oxigenação dos cilindros cavernosos do pênis que causam a ereção. O início da recuperação ocorre três meses após a cirurgia e pode alongar-se até o período de dois anos. Durante a recuperação, a reabilitação peniana procurará provocar aumento da circulação sanguínea nos corpos cavernosos, revertendo o ciclo inflamatório provocado pela falta de oxigenação durante esse período”, conclui.

DISFUNÇÃO ERÉTIL E IMPOTÊNCIA SEXUAL – VEJA AS CAUSAS E SINAIS

DISFUNÇÃO ERÉTIL E IMPOTÊNCIA SEXUAL – VEJA AS CAUSAS E SINAIS

A Disfunção Erétil (DE), também conhecida como impotência sexual, é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de se obter e/ou manter, de maneira constante, uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória (desde a penetração até a ejaculação). Milhões de homens em todo o mundo são atormentados por problemas de disfunção erétil (impotência sexual) e por motivos de desinformação, medo ou vergonha de procurar um profissional para o tratamento adequado, acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida. A impotência sexual é uma circunstância frustrante que afeta não somente o indivíduo, mas também a parceira, a família, desempenho no trabalho, relacionamento interpessoal, etc. Atinge 52% dos homens entre 40 e 70 anos, em diferentes graus de intensidade (leve, moderada e severa). Milhões e milhões sofrem deste terrível problema, que pode ser algo realmente devastador na vida de um homem. A dificuldade para iniciar o tratamento adequado é o grande obstáculo a ser vencido. Portanto, conhecer o problema, vencer o medo e a vergonha e procurar ajuda médica especializada para o tratamento adequado são os principais fatores que o levarão à solução dos seus problemas.

COMO OCORRE UMA EREÇÃO

A ereção é uma reação involuntária em resposta à estimulação ou excitação sexual. O homem não pode ter uma ereção simplesmente porque quer tê-la. O estímulo ou excitação sexual fazem com que o cérebro, os nervos, o coração, os vasos sanguíneos e os hormônios trabalhem juntos afim de aumentar rapidamente a quantidade de sangue fluindo para dentro do pênis. O sangue fica preso dentro das duas câmaras esponjosas (corpos cavernosos) localizadas no corpo do pênis. Ao encherem-se de sangue, as câmaras expandem-se fazendo com que o pênis adquira rigidez e se alongue em tamanho e diâmetro.

FISIOLOGIA DA EREÇÃO

Para um maior entendimento sobre a disfunção erétil – DE, é importante compreender como o pênis funciona normalmente. O processo de ereção normal inclui as cinco fases seguintes:

FASE 1: Preenchimento inicial com estimulação sexual ou psicológica, neurotransmissores causam o relaxamento da musculatura lisa do pênis, aumentando o fluxo sanguíneo para os corpos cavernosos.
FASE 2: Ereção parcial – Tumescência – O aumento do fluxo sanguíneo alonga e expande o pênis. As artérias penianas expandem para acomodar o aumento do fluxo sanguíneo necessário para alongar e expandir o pênis.
FASE 3: Ereção completa – O aumento do volume de sangue dentro do pênis é impedido de drenagem, promovendo a expansão do pênis até a ereção completa.
FASE 4: Ereção Rígida – Máxima rigidez é atingida. A glande e o corpo esponjoso ampliam até as veias penianas serem vigorosamente comprimidas. Isso aumenta a tumescência e mantém a máxima rigidez peniana. Emissões de esperma e ejaculação ocorrem.
FASE 5: Retorno à flacidez – Detumescência – contrações musculares resultam no aumento do fluxo sanguíneo para fora do pênis, diminuindo assim o seu comprimento e espessura até a flacidez.
Alterações podem ocorrer durante qualquer uma das quatro primeiras fases da ereção impedindo com que você alcance ou mantenha a ereção. Embora dificuldades também possam ocorrer durante a quinta fase – detumescência, elas não são geralmente incluídas nas discussões sobre disfunção erétil.

CAUSAS DA DISFUNÇÃO ERÉTIL

Entre as causas de origem psicológica podemos citar:

Ansiedade
Estresse
Depressão
Baixa autoestima
Cansaço, fadiga
Sentimento de culpa
Ansiedade com relação ao desempenho, como medo de falhar ou de não satisfazer a parceira
Preocupações com dinheiro, contas a pagar, desemprego, instabilidade no trabalho, entre outras
Ansiedade com relação ao desempenho, como medo de falhar ou de não satisfazer a parceira
Preocupações com dinheiro, contas a pagar, desemprego, instabilidade no trabalho, entre outras
Discórdias, brigas, discussões com a parceira
Incidente prévio de fracasso sexual causado por excesso de ingestão de álcool ( bebedeira ), cansaço, preocupação, nervosismo, sentimento de culpa, entre outras.

CAUSAS DE ORIGEM FÍSICA ( ORGÂNICA )

As causas físicas da disfunção erétil geralmente afetam uma fase particular no processo da ereção. Entre as causas de origem física podemos citar:

DIABETES
A diabetes é uma das causas mais comuns da disfunção erétil. Nervos ou vasos sanguíneos que controlam o fluxo de sangue para o pênis podem tornar-se permanentemente danificados em consequência do diabetes, podendo levar à disfunção erétil.

DOENÇA DE PEYRONIE
A doença de Peyronie costuma se manifestar através de fibroses no interior do pênis, que podem provocar deformidades penianas, como curvaturas, afinamentos, perdas de tamanho. Pode provocar curvaturas penianas que se manifestam durante a ereção e que podem atingir 90 graus ou mais tanto para cima, como para baixo ou para os lados, podendo estar associada ou não a dor durante as ereções. Desta forma, pode dificultar ou até mesmo impossibilitar o ato sexual. Associado à doença de Peyronie, poderá haver disfunção erétil em graus variáveis de intensidade em até 50% ou mais dos casos.

DOENÇAS CARDIOVASCULARES
Problemas vasculares, tais como o endurecimento das artérias (arteriosclerose), pode tornar lento o fluxo de sangue dentro do pênis, o que torna difícil obter ou manter uma ereção. Obs: Uma vez que isto afeta os vasos pequenos antes de afetar os vasos maiores, encontrando um problema de disfunção erétil poderia sinalizar a presença de uma doença cardiovascular. Às vezes, as veias que mantêm o sangue no pênis durante uma ereção são danificadas e a ereção não é mantida tempo suficiente para que uma relação sexual ocorra.

PROBLEMAS HORMONAIS
Algumas doenças, tais como insuficiência renal e doença hepática, podem perturbar o equilíbrio dos hormônios, os quais controlam as ereções. Baixos níveis de testosterona também pode ser um fator.

TERAPIA COM ALGUMAS DROGAS ( REMÉDIOS )
Estudos indicam que algumas drogas (remédios), incluindo algumas prescrições para pressão arterial alta, depressão e uma série de outras condições, podem causar disfunção erétil pela interferência com os impulsos nervosos ou fluxo de sangue para o pênis. Importante: Medicamentos nunca devem ser alterados sem a permissão do seu médico. Fale com o seu médico sobre quaisquer preocupações que você tem em relação a potenciais efeitos da medicação com relação à disfunção erétil.

ALCOOLISMO
O alcoolismo perturba os níveis hormonais e pode levar a danos permanentes do nervo, causando impotência sexual.

TABAGISMO ( FUMO )
O fumo pode levar a uma doença vascular ou outros problemas de saúde, que podem causar impotência sexual.

CONSUMO DE DROGAS ILÍCITAS
O consumo de drogas ilícitas ( maconha, cocaína, haxixe, crack, etc ) acomete a parte sexual, provocando uma redução importante da parte circulatória na região peniana, podendo levar a problemas de ereção.

PROBLEMAS HORMONAIS
Algumas doenças, tais como insuficiência renal e doença hepática, podem perturbar o equilíbrio dos hormônios, os quais controlam as ereções. Baixos níveis de testosterona também pode ser um fator.

TRAUMAS NO CORPO
Traumas no corpo podem resultar em disfunção erétil. Alguns desses traumas incluem:

Fraturas pélvicas
Lesões da medula espinhal
Lesões Perineais
Danos cerebrais

TRAUMAS NEUROLÓGICOS
Traumas neurológicos podem causar disfunção erétil. Estes tipos de traumas incluem:

Cirurgia nas Costas
Lesões da medula espinhal
Algumas malformações congênitas, como espinha bífida
Tumores cerebrais e/ou aumento da pressão intracraniana
Doença muscular, como esclerose múltipla

PRIAPISMO
Priapismo é uma ereção que dura mais tempo do que o normal e é causada por outras razões que não o desejo sexual. Caso uma ereção dure mais de quatro horas, pode causar lesão tecidual resultando em disfunção erétil. Causas de priapismo incluem:

Doenças do sangue, como anemia falciforme e leucemia
Medicamentos (orais e injetáveis) para a disfunção erétil impropriamente prescritos ou indevidamente utilizados. Importante: Nestes casos, procure urgente um serviço de emergência mais próximo, a fim de interromper a ereção e evitar a ocorrência de graves consequências para a função erétil do pênis.

CIRURGIAS
Cirurgias que interrompem o fluxo sanguíneo ou comprometem os nervos que conduzem os estímulos responsáveis pela ereção podem resultar em disfunção erétil. Algumas destas cirurgias incluem:

Prostatectomia Radical (retirada da próstata em caso de tumor)
Cirurgias no Intestino que envolvem o reto e o períneo
Cirurgias na bexiga ou uretra
Cirurgias no feixe neurovascular ou próximo dele
Cirurgias na Coluna

EFEITOS DO ENVELHECIMENTO
Estima-se que 65% dos homens acima de 65 anos têm algum tipo de disfunção erétil. Estatisticamente, o número de homens que possuem este problema aumenta conforme a idade aumenta. No entanto, a idade por si só não causa disfunção erétil. Mas é natural que os homens mais velhos são mais suscetíveis a terem doenças e realizarem tratamentos ( como a cirurgia da próstata, em caso de tumor ) que podem causar disfunção erétil.

Leia também: remédios para ereção funcionam

SINAIS DA DISFUNÇÃO ERÉTIL

A disfunção erétil ( impotência sexual ) não é um problema que desaparece sozinho. Se suspeitar, é importante fazer uma consulta médica logo que tornar-se aparente. Isso pode ajudar a evitar traumas psicológicos, que podem piorar a situação. Pode também ajudá-lo a obter um diagnóstico para uma condição física subjacente grave tais como diabetes ou doenças cardíacas, que possam primeiramente se tornar aparentes com os sintomas da disfunção erétil.

NÃO TEM CERTEZA SE TEM DISFUNÇÃO ERÉTIL?
FAÇA O AUTO-TESTE

Autoteste: Não tem certeza se você tem disfunção erétil ( impotência sexual )? Então experimente fazer este auto-teste. Se você responder “sim” a qualquer uma das seis primeiras perguntas, você deveria consultar um urologista que seja especializado no diagnóstico e tratamento deste problema.

DESEMPENHO SEXUAL ATUAL
1. Você têm tido alguma dificuldade recentemente em atingir ereções?
2. Este problema ocorre, pelo menos, três em cada quatro vezes em que você tentou ter relações sexuais? Tendências do desempenho sexual
3. Você está tendo dificuldade por um período superior a um mês em atingir ereções regularmente?
4. Ereções espontâneas e matinais são cada vez menos comuns?
5. É preciso muito mais tempo para conseguir uma ereção do que no passado?
6. Tem se tornado mais difícil ter relação sexual, em determinadas posições?

Como aumentar o pênis?

Como aumentar o pênis?

Um dos maiores tabus entre os homens, sejam eles de qualquer idade, é o tamanho do pênis. Pesquisas revelam que muitos brasileiros enfrentam esse “problema” e que não tem a mínima ideia de que é possível acabar com esse problema em apenas alguns meses. Você tem dúvidas se existe como aumentar o pênis? Então fica por aqui que eu vou te contar tudo sobre os produtos que experimentei e se eles realmente ajudam nisso!

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Exercício para aumentar o pênis
Existe cirurgia para aumentar o pênis?
Alternativas de como aumentar o pênis
Macho Macho
Bomba peniana
Onde posso comprar a Bomba Peniana?
Gel Volumão
Finalmente: Como aumentar o pênis rapidamente?
EXERCÍCIO PARA AUMENTAR O PÊNIS
Se você está lendo sobre esse assunto aqui no blog provavelmente está procurando formas de aumentar o tamanho do seu pau, certo? Ainda não há certeza total que somente exercícios sejam capazes de aumentar rapidamente o tamanho do pênis.

Porém muitos homens relatam que tiveram resultados ótimos após realizar esse tipo de exercício. Porém é preciso ter cuidado! Realiza os exercícios de pau duro pode fazer com que você sofra microlesões, por isso, faça exercícios quando a criança não estiver acordada.

Resolveu para mim? Testei durante 2 meses esse tipo de exercício, antes de começar a experimentar outras coisas, e para mim não houve nenhum resultado significativo. Além disso eu me sentia muito desconfortável na hora de realizar esse tipo de exercício. Então acabei procurando outras formas de aumentar meu pênis.

EXISTE CIRURGIA PARA AUMENTAR O PÊNIS?
Sim, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem ajudar a aumentar o tamanho do pênis ou fazer com que você sinta essa sensação. O problema é que para conseguir uma cirurgia dessa pelo convênio é necessário que seja realmente constatado um problema no desenvolvimento do seu membro. Caso seja apenas por sua falta de autoestima nenhum médico ou plano de saúde vai autorizar a cirurgia.

Minha experiência: Procurei dois médicos do convênio e como eu disse acima nenhum deles quis solicitar ao plano ou fazer minha cirurgia. Alegavam que eu não tinha nenhum problema de desenvolvimento e que meu membro tinha um tamanho aceitável (para eles, só se for). Procurei também dois médicos para fazer a cirurgia particular e os valores me deixaram de boca aberta. O primeiro me cobrou quase R$12.000 e o segundo R$20.000 pela cirurgia peniana. Totalmente fora de cogitação?

ALTERNATIVAS DE COMO AUMENTAR O PÊNIS
Agora vou começar a falar um pouco da minha experiência e de quais produtos achei que realmente funcionaram para mim. Experimentei alguns produtos durante quase um ano e vou relatar quais realmente me ajudaram a aumentar o tamanho do meu pênis de verdade. Talvez algum deles possa realmente ajudá-lo a fugir desse problema (e dessa vergonha) de ter o pau pequeno!

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Leia também: Descubra Como aumentar o pênis

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Quais são as 5 principais causas da impotência sexual?

Quais são as 5 principais causas da impotência sexual?

A sexualidade é uma importante função para a vida da maioria das pessoas adultas, por isso, problemas que impedem o pleno funcionamento da atividade sexual podem gerar transtornos à vida do indivíduo. Existem cinco possibilidades de causas da impotência sexual, ela pode ser orgânica, emocional, hábitos ruins, uso excessivo de alguns medicamentos e ainda ao excesso de peso.

Entenda melhor como a impotência sexual pode ocorrer:

Causas da impotência sexual ligadas ao emocional
As causas da impotência sexual ligadas ao emocional podem ser variadas, desde a ansiedade e o medo, relacionados ao ato sexual em si e ao medo de decepcionar a parceira, até mesmo problemas externos que podem afetar a vida do homem, como problemas financeiros, estresse, etc.

A maioria dos casos de impotência sexual estão relacionados a causas emocionais, o que não significa necessariamente, que será mais fácil solucionar o problema, pois é preciso antes de mais nada encontrar a causa exata.

Causas orgânicas
As causas da impotência sexual de origem orgânica também podem ser variadas, entre elas a vascular de origem arterial, a hormonal e as alterações anatômicas do pênis. A mais comum é a hormonal, que em geral está relacionada ao envelhecimento ou a outros problemas relacionados a baixas na testosterona.

Já no que se refere a problemas vasculares, o que pode ocorrer é uma ereção que não consegue se manter por muito tempo, devido à pouca capacidade em enviar sangue para as regiões necessárias.

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Causas relacionadas a hábitos de vida ruins
Alguns hábitos como o uso excessivo de álcool, de drogas e o tabagismo podem ser causas da impotência sexual. Entretanto, diferente das duas primeiras, nesse caso o problema de impotência pode ser pontual, não se estendendo a todas as relações sexuais, nem a um período longo na vida do indivíduo.

Causas relacionadas ao uso de alguns medicamentos
Alguns remédios podem causar efeitos colaterais que podem ser uma das causas da impotência sexual. Medicamentos como antidepressivos, antipsicóticos e ainda anti-hipertensivos em doses elevadas podem causar problemas no desempenho sexual. Assim como no caso de hábitos ruins, eles podem se normalizar com a suspensão do medicamento, porém, todo o processo deve ser acompanhado pelo médico.

Causas relacionadas ao excesso de peso
O funcionamento pleno das funções sexuais podem sofrer alterações relacionadas ao excesso de gordura corporal. Por isso, pessoas obesas ou com excesso de peso, podem sofrer de impotência sexual ou mesmo apresentar um baixo desempenho sexual por causa da condição do corpo.

A busca por um médico deve ser o primeiro passo para descobrir qual das causas da impotência sexual é a que está afetando seu desempenho. A partir disto é possível buscar o melhor tratamento.

Em alguns casos, como as causas emocionais principalmente, existem terapias alternativas, que não envolvem remédios e que possuem um efeito mais rápido e duradouro.

Uma dessas terapias é a hipnose clínica. Nela é possível encontrar qual foi o gatilho que desencadeou o problema emocional relacionado ao desempenho sexual, e assim, tratá-lo de maneira eficiente eliminando-o da sua vida.

Disfunção erétil: sintomas, tratamentos e causas

Disfunção erétil: sintomas, tratamentos e causas

O que é Disfunção erétil?
Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade permanente de obter ou de manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação sexual satisfatória.

Disfunção erétil: entenda o problema

Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade permanente de obter ou de manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação sexual satisfatória.

Disfunção erétil: entenda o problema

Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade permanente de obter ou de manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação sexual satisfatória.

Disfunção erétil: entenda o problema

Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade permanente de obter ou de manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação sexual satisfatória.

Disfunção erétil: entenda o problema

Causas
Como para a obtenção de uma ereção vários órgãos e tecidos precisam funcionar em harmonia, existem muitas situações que afetam um ou mais desses participantes e podem cursar com disfunção erétil. Nem sempre os médicos conseguem definir exatamente qual o percentual de participação de cada estrutura envolvida. A impotência sexual está relacionada a diversas doenças e tratar a disfunção envolve obrigatoriamente a descoberta de sua causa.

São causas da disfunção erétil:
Distúrbios psicológicos
Doenças hormonais (diabetes, queda de testosterona, problemas endócrinos)
Doenças neurológicas (lesões na medula, mal de Alzheimer e Parkinson)
Doenças vasculares, que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis (hipertensão arterial, aterosclerose)
Consumo excessivo de medicamentos
Cirurgias pélvicas
Doença de Peyronie ou fibrose dos corpos cavernosos
Alcoolismo e tabagismo.
Fatores de risco
Todos os conhecidos fatores de risco para doenças cardiovasculares como infarto e derrame também são considerados fatores de risco para disfunção erétil. São eles:

Diabetes
Hipertensão arterial
Dislipidemia (colesterol e triglicérides alterados)
Tabagismo
Obesidade
Sedentarismo.
Isso ocorre por conta da necessidade de um enorme aumento do fluxo de sangue para que o pênis fique ereto. Quando a circulação para o órgão está comprometida por um desses fatores, a disfunção erétil pode surgir.

Outros fatores considerados de risco são situações que afetam a autoconfiança do homem como desemprego, aposentadoria, crises financeiras, luto na família, entre outros.

É importante ressaltar que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de disfunção erétil.

Diagnóstico e Exames
Buscando ajuda médica
Falhas eventuais de ereção podem acontecer a qualquer homem. Mas quando a ereção não é adequada e isso se repete com freqüência, vale a pena procurar ajuda médica. Lembre-se que os fatores de risco são semelhantes e que o problema circulatório para o pênis pode alertar para outros sistemas do corpo que não andam bem.

Diagnóstico de Disfunção erétil
A impotência sexual tem cura e o primeiro passo é o diagnóstico correto.

Saiba mais: Vídeo: saiba como é feito o diagnóstico da disfunção erétil
Em seguida ele busca identificar possíveis fatores de risco como os citados acima. Por exemplo: se existe hipertensão arterial, ela precisa ser tratada. Quando o problema é o controle da glicose, o médico irá orientar sobre o tratamento.

O próximo passo é tratar o problema em si e hoje existem vários medicamentos para melhorar a ereção.

O diagnóstico da disfunção erétil é eminentemente clínico, ou seja, o médico chega a esta conclusão conversando com o paciente.

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Ecodoppler peniano
Quando os medicamentos orais não resolvem, os médicos costumam encaminhar o paciente para o especialista, que é o urologista. Ele vai aprofundar a investigação e pode lançar mão de outro recurso usado para o diagnóstico da disfunção erétil: o ecodoppler peniano. Nesse exame é feito um medicamento injetável no pênis e uma ereção é produzida. O método é utilizado para medir o fluxo arterial, observar o comportamento da túnica que reveste os corpos cavernosos e avaliar a resposta erétil obtida.

O exame é feito no consultório médico ou clínicas de radiologia e o medicamento faz efeito em 5 a 10 minutos. O exame com injeção intracavernosa e Doppler serve para avaliar a gravidade da disfunção erétil e ao mesmo tempo possibilita ao urologista pensar em alternativas terapêuticas como a auto-injeção ou implantes penianos (as famosas próteses).

Tratamento e Cuidados
Tratamento de Disfunção erétil
O tratamento da disfunção erétil começa com a identificação e controle dos fatores de risco. Além disso, o médico hoje costuma prescrever os medicamentos orais chamados inibidores da fosfodiesterase tipo 5. Sildenafila, vardenafila e tadalafila são os mais conhecidos e utilizados.

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Saiba mais: Vídeo: saiba como é feito o tratamento da disfunção erétil
Quando a medicação oral usada na dose e da maneira adequada não resolve, existem outras modalidades terapêuticas consideradas de “segunda linha” como bomba de vácuo, injeções de vasodilatadores e na chamada “terceira linha”, as próteses penianas, que são o último recurso.

Um ponto muito importante e nem sempre valorizado consiste em cuidar do relacionamento. Avaliar a parceira e como o casal está conduzindo seus problemas e questões. Em alguns casos, vale o apoio de psicólogos ou outros profissionais para melhorar a relação do casal.

Medicamentos para Disfunção erétil
Os medicamentos mais usados para o tratamento de disfunção erétil são:

Cialis
Viagra
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula. Evite fazer testes em que ocorra a comparação do desempenho com ou sem medicamento (do tipo: “hoje não tomarei o remédio para ver se estou curado…”).

Convivendo (prognóstico)
Convivendo/ Prognóstico
Como existem várias causas para a disfunção erétil, o prognóstico varia bastante. Sabemos hoje que os casos mais difíceis para tratamento incluem os diabéticos e os pacientes submetidos a prostatectomia radical (cirurgia para tratar o câncer da próstata). Esses são os que não respondem a terapia oral com mais freqüência. Mas eles também podem ser tratados com outros métodos e voltarem a vida sexual ativa.

Disfunção erétil tem cura?
Hoje existe tratamento para qualquer tipo de disfunção erétil. Procure um urologista e adote hábitos de vida saudáveis. Estabeleça um bom relacionamento com o médico e explique detalhadamente seu problema. Não tenha vergonha e confie na orientação médica.

Quando existe empenho do paciente e ele consegue controlar os fatores de risco identificados, como no caso de um homem tabagista, obeso e sedentário que resolve depois do diagnóstico de impotência sexual se exercitar regularmente (tendo visitado antes seu cardiologista que o liberou para prática de exercícios físicos), emagrece e para de fumar, o quadro de disfunção tende não somente a estabilizar mas pode ser revertido.

Prevenção
Prevenir a disfunção erétil significa preservar a boa circulação do sangue e na verdade as orientações são muito semelhantes àquelas fornecidas nos consultórios dos cardiologistas:

Adote hábitos de vida saudáveis
Controle seu peso
Faça exercícios regularmente.
Visite seu médico regularmente e trate com dedicação os chamados fatores de risco:

Se você fuma, pare imediatamente
Se for hipertenso, siga o tratamento à risca e tome o medicamento sempre
Se for diabético, controle as taxas de glicose, seguindo a dieta e usando os medicamentos adequadamente.
Links Úteis
Sociedade Brasileira de Urologia

Referências
Revisado por: Urologista Valter Javaroni, membro do Departamento de Sexologia Humana da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) (gestão 2012-2013) e membro do Departamento de Educação Continuada da SBU seccional Rio de Janeiro (gestão 2014-2015)